"Tolerar a injustiça é relativamente aceitável, condenável é a intolerância da justiça". Leandro Francisco
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terça-feira, 3 de maio de 2011

A morte de Osama Bin Laden trará a paz que o Oriente Médio precisa?


A paz, enfim?



O assassinato do líder da Al Qaeda caiu como uma luva para o presidente americano Barack Obama, cuja popularidade em baixa poderia colocar em risco uma chance de reeleição.

O novo herói americano agora tem o mérito de ter eliminado o grande vilão, Osama Bin Laden.

E a história parece bem contada: no final das contas, o mocinho faz justiça e tudo acaba bem.

Na realidade, não é bem assim.

A notícia da morte de Bin Laden não deverá por fim à relação bombástica que existe entre os Estados Unidos e os países do Oriente Médio.

Foi fácil convencer o resto do mundo que Osama era mesmo o inimigo público número um. Difícil será convencer os árabes disso.

Com a morte de Bin Laden, se é mesmo que o terrorista morreu ontem, não há mais motivo que justifique a permanência do exército dos Estados Unidos em terras alheias.

Agora é hora dos solidários americanos redirecionarem sua boa vontade a outros países, eliminando os inimigos da paz também fora do Oriente Médio.

Fonte:rachel sheherazade

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Após comparar Obama com chimpanzé, política republicana pede desculpas

Na semana passada, Marilyn Davenport, integrante do Comitê Central Republicano de Orange County, na Califórnia, mandou um e-mail para alguns de seus colegas com as fotos de três chimpanzés, como se fosse uma foto de família. No lugar do rosto do bebê chimpanzé, estava o rosto do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o primeiro negro a presidir o país. Embaixo do texto, a inscrição: “Agora você sabe por que não há certidão de nascimento”. Era uma referência ao fato de eleitores e políticos de extrema-direita dos EUA alegarem que Obama, nascido no Havaí, é queniano – e portanto não poderia ocupar o cargo para o qual foi eleito.
Davenport, de 74 anos, foi alvo de inúmeras críticas e deve ser investigada por um comitê de ética do partido Republicano. No fim da noite de segunda, ela fez um pedido de desculpas, como conta a agência de notícias Associated Press.

Fonte: Época

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Controlador de voo dorme na hora do trabalho nos Estados Unidos

Este foi o sexto incidente em 2011 provocado por controladores que caem no sono durante o serviço.

 
Nos Estados Unidos, não foi o piloto que sumiu. Foi o controlador que dormiu. O avião-ambulância tinha urgência: levava uma pessoa doente. O piloto, nervoso, pediu ajuda para a torre da Califórnia.
Piloto: Temos um paciente muito doente aqui. Vamos ter que pousar tendo ou não autorização.
Torre: Eles não estão atendendo o telefone. Vamos tentar outro número e ver se alguém pode ir até lá e checar a torre.
Piloto: Nós temos que pousar.
Torre: O pouso é a critério do piloto.
Felizmente, a aterrissagem deu certo. A administração federal de aviação dos Estados Unidos confirmou que o controlador estava dormindo no trabalho.
"Isso é ridículo e vergonhoso. O funcionário foi suspenso e iniciamos uma investigação", disse o secretário de Transportes americano.
Este foi o sexto incidente em 2011 provocado por controladores que caem no sono durante o serviço. Nesta quinta-feira (14), o chefe da agência que coordena o tráfego aéreo nos Estados Unidos pediu demissão.
As 27 torres de controle em aeroportos do país, que operavam com apenas uma pessoa durante a madrugada, agora terão pelo menos dois funcionários. Além disso, a administração federal de aviação anunciou que vai rever a qualificação e as escalas de trabalho dos controladores de voo. Essa soneca durante o trabalho levou à demissão do chefe da agência que coordena o tráfego aéreo nos Estados Unidos.

G1

quinta-feira, 24 de março de 2011

Poderosa Google!!!

Vingança de ex-namorada vai parar no Google

By Thássius Veloso Do Tecnoblog
 
Uma namorada que aparentemente entende tudo de tecnologia resolveu tratar de forma bastante maligna o encerramento de seu relacionamento. Depois de um conturbado fim de namoro com o Jack Weppler, essa jovem americana não pensou duas vezes antes de decidir que ia usar o Google para provocar o ex.
Jack Weppler (Foto: Reprodução)
Jack Weppler (Foto: Reprodução)
Não foi difícil descobrir alguns sites que permitem fazer manipulação bastante simples de imagens. A moça pegou a foto do ex-namorado, enviou para serviços desse tipo, e ainda adicionou as mais variadas legendas nas imagens. Tem de tudo, desde as coisas mais banais até fotos com mensagens sexuais.

Claro que o Google não perdeu tempo e, fazendo o que sabe fazer de melhor, indexou as tais imagens. Portanto, se você entrar no Google Imagens e buscar pelo nome de Jack Weppler, vai dar de cara com as diversas montagens que a ex-namorada fez. Ela já tirou as fotos do ar, mas o cache do Google tem poder e fez com que elas permanecessem na rede.
saiba mais
Sem ter nada a ver com a história, a amargurada mãe de Weppler foi obrigada a solicitar ajuda no fórum do Google para webmasters. Quase que pedindo socorro digital, a senhora entrou em contato até mesmo com o departamento jurídico do Google, mas ainda não houve jeito de apagar as imagens do filho do índice do Google.

Não acredita? Veja com seus próprios olhos.
Via: Reddit

Fonte: G1

sexta-feira, 18 de março de 2011

Notícias do Brasil e do Mundo

O desafio de Obama na América Latina

 
Ilustrada com a bela caricatura ao lado, reportagem da revista britânica The Economist detalha a viagem que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz a Brasil, Chile e El Salvador a partir deste fim de semana. A publicação cita os diversos assuntos importantes que Brasil e Estados Unidos têm a tratar – comércio, biocombustíveis, novos caças para a FAB, cooperação científica, Conselho de Segurança – e encerra o texto lembrando que os brasileiros e os latino-americanos como um todo querem o que Obama prometeu quando assumiu a Casa Branca: uma relação de igual para igual com os EUA.
Os Estados Unidos ainda importam de várias formas à América Latina. A própria história de Obama inspira muitos em uma região onde negros e índigenas muitas vezes estão em desvantagem. Ele pode ser uma voz poderosa para a democracia e os direitos humanos. Mas se suas palavras não forem apoiadas por algo substancial, seu apelo deve desaparecer.
“Cristão”, PT deve aceitar retorno de Delúbio
Expulso do PT no auge da crise do mensalão, o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores Delúbio Soares pode ser reintegrado aos quadros da legenda. Alguns integrantes da cúpula do partido temem que a volta de Delúbio manche a imagem do PT, mas segundo reportagem do jornal O Globo, é grande a chance de o Diretório Nacional do partido, durante encontro no fim de abril, promover seu retorno:
“O clima hoje é tranquilo para a volta do Delúbio. Ninguém quer briga. Ele errou, pagou. O sentimento é que o cara cometeu erros, mas foi punido. Como o PT tem esse lado cristão forte, de saber perdoar, 70% do Diretório Nacional está de acordo com sua volta” disse o deputado Jilmar Tato (PT-SP), ao chegar nesta quinta-feira à reunião da Executiva Nacional do partido em Brasília.

Ataque à Líbia deve começar em “dias ou horas”
Acompanhados de Brasil, Alemanha e Índia, Rússia e China, dois membros do Conselho de Segurança com poder de veto sobre as decisões da entidade, se abstiveram de votar a resolução que apoiou ações militares contra a Líbia. Estados Unidos, França e Reino Unido, os outros com poder de veto, tiveram apoio de África do Sul, Bósnia e Herzegovina, Colômbia, Gabão, Líbano, Nigéria e Portugal. Na prática, como era óbvio, quem vai colocar seus homens e dinheiro nos ataques são os três que costumam fazê-lo há algumas décadas. E aparentemente o ataque será rápido.
Como conta o Le Figaro, o ministro do Exterior da França, Alain Juppé, foi à Nova York acompanhar a votação do conselho e disse que a operação pode “começar em horas”. Mais importante, é a reportagem do blog The Cable, da revista Foreign Policy, que detalha uma reunião entre senadores americanos e diversos chefes e conselheiros militares de Barack Obama.
Perguntado sobre como seria exatamente a primeira onda de ataques, [o senador republicano Lindsey] Graham disse: “Nós mantemos suas aeronaves no chão e alguns tanques começam a ser explodidos, aqueles que estão indo em direção às forças de oposição”. Sobre quando o ataque começará, ele disse: “Estamos falando em dias, não semanas, mas eu espero horas e não dias”. (…)
Mark Kirk, outro senador republicano, tinha outros detalhes e preocupações quanto à operação militar.
Kirk disse aos jornalistas esperar que as operações militares fossem realizadas a partir da Sicília [ilha italiana no Mediterrâneo] onde uma base da Otan e uma estação aérea da Marinha dos EUA estão. (…) Tanto Graham quanto Kirk disse que, segundo os membros do governo, ainda não é muito tarde para a operação, mas que seu sucesso depende de uma implementação super-rápida. “Parece que a administração está se movendo e agora é apenas uma questão de tempo”, disse Kirk. “Muito depende dos rebeldes pelo menos conseguirem manter Benghazi. Se eles conseguirem, pode haver tempo para o sistema político internacional responder. Se eles não conseguirem isso, não haverá tempo.

Volta de Aristide ao Haiti preocupa a comunidade internacional
O Canadá, país que possui uma grande quantidade de imigrantes haitianos, é uma das nações que está particularmente atenta ao segundo turno das eleições do Haiti, que ocorre no domingo. Não bastassem todos os problemas do país caribenho, o ex-presidente Jean Bertrand Aristide está mesmo voltando, contra os “conselhos” dos EUA. É uma notícia que ampliou a preocupação da comunidade internacional, como conta o jornal canadense The Toronto Star em reportagem sobre o tema, pois Aristide busca deslegitimar a eleição:
”Eu acho que vai ser grande”, diz Patrick Elie, amigo e conselheiro próximos de Aristide, sobre a recepção ao ex-presidente. “O que vai acontecer é que, com sua presença, ele vai expor a fraude que são essas pessoas que estão concorrendo à presidência”, disse Elie ao Star. “Essas pessoas não representam o povo haitiano. A eleição ocorrer, mas seu argumento estará posto”, diz. Ainda assim, pode haver muita violência, diz um homem em Porto Príncipe, alegando ter familiaridade com as gangues de rua da capital e com os seguidores do movimento Lavalas, que Aristide um dia liderou. Ele comparou a volta de Aristide a um tsunami. “As armas estão por todo o lado”, disse. “Alguém vai morrer”.

EUA firmam contrato para ter programa espião capaz de “manipular as redes sociais”

Na política americana, é comum ouvir que a Casa Branca deve trabalhar para conquistar as “mentes e corações” das populações de países onde a radicalização pode representar grande perigo aos interesses americanos. No Pentágono, a recomendação foi levada a sério.
Segundo o jornal britânico The Guardian, o Comando Central (Centcom) das Forças Armadas dos EUA firmou contrato com uma empresa da Califórnia com o objetivo de desenvolver um programa espião capaz de “manipular as redes sociais”. O software permitiria que uma única pessoa administrasse dez contas falsas ao mesmo tempo, e o contrato prevê que haveria 50 “posições” como essas, o que poderia gerar um exército de 500 ativistas falsos pró-EUA. Ainda segundo o jornal britânico, cada uma das pessoas “fakes” deve ter uma história crível, com detalhes para apoiar os dados, de forma que eles possam escrever nas redes sociais “sem medo de serem descobertos por adversários sofisticados”.
Uma vez desenvolvido, o software permitiria que funcionários do governo americano, trabalhando 24 horas por dia em uma única localidade, respondessem a conversas online com posts em blogs e salas de bate-papo, tuítes, retuítes e outras intervenções, de maneira simultânea. Detalhes do contrato sugerem que a localização seria a base aérea de MacDill, perto de Tampa, na Flórida, a sede do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos.
O Guardian não conseguiu descobrir se o programa já está funcionando ou não, mas de acordo com o governo americano seria contra a lei usá-lo em inglês “para fazer contato com o público americano”. Entre as línguas usadas pelos “fakes” do governo americano estão o árabe, o farsi (falado no Irã), o urdu (falado no Paquistão e no Afeganistão) e pashto (originário do Afeganistão).

Fonte: Época - José Antonio Lima